Três jovens morreram após o carro em que viajavam sair da pista, capotar e cair em um canal de contenção de água às margens da BR-376, em Mandaguaçu, no norte do Paraná. O acidente aconteceu por volta das 3h40 da madrugada de quinta-feira (20), no km 153 da rodovia, no sentido Maringá. O veículo, um Hyundai HB20, ficou parcialmente submerso e as vítimas foram encontradas horas depois.
As vítimas foram identificadas como Maria Clara de Almeida, de 26 anos; Maria Eduarda da Silva Vanderlei, de 21; e Larissa Viana, que também tinha ligação com a comunidade universitária de Maringá. Maria Eduarda cursava Biotecnologia na Universidade Estadual de Maringá (UEM), enquanto Larissa era aluna do mestrado em Arquitetura e Urbanismo da instituição. Maria Clara estudava em uma instituição particular de Maringá.
O acidente ocorreu durante a madrugada, quando o automóvel seguia pela BR-376. Uma câmera de segurança registrou o momento em que o carro perdeu o controle, atingiu o guard-rail, capotou e desceu pelo barranco até cair na área alagada. A gravação será importante para a investigação das circunstâncias da tragédia.
O veículo permaneceu no canal durante aproximadamente cinco horas. Por volta das 8h30, um pedestre que passava pela rodovia percebeu uma roda do automóvel aparecendo para fora da água e acionou as equipes de emergência. A descoberta permitiu localizar o veículo e iniciar o trabalho de resgate.
Equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da concessionária EPR Paraná e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram mobilizadas. Os bombeiros retiraram o veículo do canal e encontraram as três ocupantes já sem vida dentro do automóvel.
A área onde o carro caiu não era exatamente um rio, mas um canal utilizado para a contenção e o escoamento das águas das chuvas. A estrutura fica próxima à rodovia e, após o acidente, acabou funcionando como uma espécie de armadilha para o veículo, que ficou submerso.
A Polícia Científica deverá analisar as condições do automóvel e da pista, enquanto a PRF investiga a dinâmica da ocorrência. Ainda não há uma conclusão oficial sobre o que fez a motorista perder o controle do veículo.
Entre os elementos que serão avaliados estão as condições da rodovia, a velocidade desenvolvida pelo automóvel, eventuais problemas mecânicos e as circunstâncias que antecederam a saída da pista. A gravação de segurança poderá ajudar os investigadores a reconstruir a sequência do acidente.
A BR-376 é uma das principais rodovias do Paraná e possui intenso movimento de veículos, inclusive durante a madrugada. O trecho onde ocorreu a tragédia fica na região de Mandaguaçu, importante ligação entre Maringá e outras cidades do norte do estado.
A identificação das vítimas causou repercussão especialmente entre estudantes e professores da Universidade Estadual de Maringá. Duas das jovens tinham vínculo direto com a instituição, o que ampliou a comoção na comunidade universitária.
O acidente também chama atenção para o risco de veículos que deixam a pista em locais próximos a cursos d’água, valas ou estruturas de drenagem. Quando ocorre durante a madrugada, a baixa visibilidade pode dificultar a localização imediata de um automóvel que tenha saído da rodovia.
Neste caso, o fato de o veículo ter ficado parcialmente escondido pela água fez com que as vítimas só fossem localizadas várias horas depois, quando um pedestre percebeu uma parte do carro emergindo do canal.
A investigação deverá determinar também se houve algum fator relacionado à pista ou à sinalização que possa ter contribuído para o acidente. Somente depois da análise dos peritos será possível estabelecer com segurança a sequência dos acontecimentos.
A tragédia deixou três jovens mortas e mobilizou equipes de emergência durante toda a manhã no norte do Paraná. Maria Clara, Maria Eduarda e Larissa estavam em um Hyundai HB20 que saiu da pista, capotou e terminou submerso em um canal de contenção às margens da BR-376. A descoberta do veículo só ocorreu horas depois, quando um pedestre percebeu uma roda para fora da água. As circunstâncias que levaram à perda de controle continuam sendo investigadas pela PRF e pela Polícia Científica.
ACERCA DEL CORRESPONSAL
GILSON DANTAS CARMINI
Gilson Dantas Carmini es periodista brasileño, presidente y editor en jefe de Prensa Mercosur. Especializado en integración regional, geopolítica y derechos humanos, desarrolla una destacada labor en el ámbito de la comunicación internacional.
Posee un Máster en Desarrollo y Cooperación Internacional y mantiene una amplia red de relaciones profesionales, académicas y diplomáticas en América Latina y Asia.
Entre sus reconocimientos destacan el Micrófono de Oro de la Asociación Nacional de Locutores de México (2021), el Doctorado Honoris Causa de la Universidad Internacional México Blanco (2020) y el título de Amigo de la Niñez y la Adolescencia.
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