
A osteoporose enfraquece os ossos gradualmente e pode evoluir durante anos sem provocar sintomas evidentes.
Em um artigo publicado pela Veja Saúde, o diagnóstico só acontece depois de uma fratura, quando a doença já compromete a mobilidade e a qualidade de vida. No Brasil, cerca de 60% das pessoas em risco de fraturas por osteoporose não recebem tratamento.
Diante desse cenário, a prevenção e o diagnóstico precoce são fundamentais. Uma fratura por fragilidade óssea não representa apenas uma lesão isolada: ela também pode indicar maior risco de novos episódios, especialmente nos anos seguintes.
Segundo os dados citados no artigo, o risco pode ser especialmente elevado nos dois anos seguintes à primeira fratura. Entre mulheres de 50 a 80 anos, por exemplo, a probabilidade de uma nova lesão pode chegar a cinco vezes a observada entre aquelas sem histórico anterior durante o primeiro ano.
Desta forma, o atendimento não deve se limitar à recuperação do osso lesionado. Após uma fratura suspeita de fragilidade, a equipe médica também precisa investigar a saúde óssea e avaliar a necessidade de medidas preventivas ou tratamento.
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