
A Conferência da Presidência da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) sobre o Combate ao Antissemitismo foi aberta nesta segunda-feira em St. Gallen, no leste da Suíça, cidade conhecida pela tradição de diálogo inter-religioso. O encontro reúne governos, organizações internacionais e sociedade civil para analisar tendências recentes e fortalecer a cooperação internacional contra a discriminação.
O evento é o primeiro de quatro conferências internacionais que a Suíça sediará durante sua presidência da OSCE em 2026. Ao longo de dois dias, os participantes vão avaliar o aumento de incidentes antissemitas e outras formas de intolerância, além de discutir medidas políticas e práticas para enfrentar o problema.
Durante a abertura, o conselheiro federal Ignazio Cassis, presidente em exercício da OSCE, alertou para o ressurgimento do ódio e da violência. Segundo ele, ataques a sinagogas e memoriais, ofensas em espaços públicos e a disseminação de discursos de ódio online demonstram que a promessa de “nunca mais” ainda precisa ser transformada em ação concreta.
A conferência busca não apenas reafirmar compromissos já existentes, mas convertê-los em políticas coordenadas e medidas práticas. Participantes destacaram que o combate ao ódio exige vontade política contínua, cooperação estreita e disposição para enfrentar realidades difíceis.
O secretário-geral da OSCE, Feridun H. Sinirlioğlu, reforçou que combater o antissemitismo, proteger a liberdade religiosa e promover o respeito mútuo são compromissos históricos da organização. Ele ressaltou a importância da confiança entre instituições, Estados participantes e comunidades afetadas.
Já Maria Telalian, diretora do Escritório da OSCE para Instituições Democráticas e Direitos Humanos (ODIHR), afirmou que combater preconceitos é tanto um imperativo moral quanto uma questão de segurança. Segundo ela, a construção de sociedades tolerantes depende do esforço conjunto para enfrentar estereótipos e prevenir a violência.
As discussões seguem com foco em estratégias preventivas, análise de dados sobre ameaças atuais e respostas políticas eficazes para fortalecer a proteção das comunidades e a resiliência social. O papel do esporte como espaço de inclusão e ferramenta de combate ao racismo e ao antissemitismo também será tema de destaque.
Fonte: OSCE.
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