
Imagine receber uma mensagem eletrônica acompanhada não apenas de imagens e sons, mas também de um aroma. Essa possibilidade começou a ganhar forma em uma pesquisa conduzida por cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, que conseguiram registrar odores, convertê-los em dados e reproduzi-los a distância por meio de um sistema especializado.
O método funciona a partir da análise dos componentes químicos responsáveis por cada cheiro. Essas informações são convertidas em sinais digitais e enviadas ao equipamento receptor, que utiliza uma tecnologia chamada “tela química” para reconstruir o aroma. Dessa maneira, o conteúdo transmitido não é o cheiro em si, mas os dados necessários para produzi-lo novamente.
Nos testes realizados até agora, três odores diferentes foram digitalizados e reproduzidos com sucesso. A experiência representa um passo inicial para uma tecnologia que, futuramente, poderá ampliar as possibilidades de comunicação e permitir experiências sensoriais em ambientes digitais.
Apesar do resultado, ainda não é possível enviar aromas para qualquer pessoa por meio de um e-mail convencional. Quem recebe a transmissão precisa contar com um aparelho específico para reproduzir o odor, e a tecnologia continua em fase de pesquisa. Portanto, sua utilização no cotidiano ainda depende de novos avanços.
ACERCA DEL CORRESPONSAL
REDACCIóN CENTRAL
Prensa Mercosur es un diario online de iniciativa privada que fue fundado en 2001, donde nuestro principal objetivos es trabajar y apoyar a órganos públicos y privados.
- ★Córdoba fue sede por primera vez en Sudamérica del Premio Mundial de Ciencia Albert Einstein
- ★Confira as sessões de autógrafos de 3/11, às 16h, na Praça de Autógrafos
- ★Estados Unidos — Vitória democrata nas eleições legislativas pode aumentar pressão sobre Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos
- ★Destaque na campanha de Lula à reeleição, antes de se tornar deputado federal, Janones foi cobrador de ônibus e estudou Direito com bolsa
- ★Rusia — Rússia confirma negociações de paz com a Ucrânia

