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O jovem Roberto Farias Thomaz, de 19 anos, foi encontrado nesta segunda-feira (5 de janeiro). Após cinco dias perdidos na Serra do Mar, ele foi resgatado ao chegar numa fazenda na região do Vale do Cacatu, em Antonina. E com a descoberta sobre o caminho que ele pegou ao se perder, equipes que atuaram no resgate começaram a desvendar algumas questões sobre o seu desaparecimento. Uma dessas perguntas, inclusive, era sobre o lugar onde o jovem teria se perdido.
Como o Bem Paraná já havia apontado ontem, Roberto conseguiu alcançar o cume do Pico Paraná no dia 1º de janeiro e de lá assistiu ao primeiro nascer do Sol de 2026. Ele se perdeu, então, já no caminho de volta, entre o A1 e o A2, dois pontos de acampamento na trilha que leva para a maior montanha de toda a região Sul do Brasil.
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O lugar onde Roberto se perdeu
De acordo com Leandro Cechinel, que é integrante do Corpo de Socorro em Montanha (Cosmo), e Ed Padilha, montanhista que também atuou nas operações de buscas por Roberto, o jovem saiu da trilha e se perdeu pouco após um paredão de grampos que fica para frente do A1. Basicamente, para subir o Pico Paraná você tem de percorrer a crista da montanha e descer um vale. Depois desse vale, se chega a um paredão de grampos. A partir dali, se caminha por cerca de uma hora, uma hora e meia, até se chegar ao cume do PP.
No retorno ao acampamento, após o nascer do Sol, Roberto ficou para trás na caminhada com a amiga que o acompanhava, ainda antes desse paredão de grampos. Depois de descer esse trecho da trilha, entretanto, ele chegou até uma região de vale. E ali há, numa espécie de encruzilhada, dois caminhos relativamente abertos. Um deles, à direita (para quem está retornando do cume do PP), é a trilha que leva para o A1, efetivamente. O outro, à esquerda (e que provavelmente é o caminho que Roberto pegou) leva até o Vale do Cacatu. Não se trata de uma trilha aberta ou consolidada. Contudo, o caminho está relativamente “batido” em seu início. E isso ocorre justamente por causa de pessoas que erram o trajeto e depois voltam e também por conta da atuação de equipes de resgate.
Em 2021, por exemplo, Maicon Willian Batista, um rapaz então com 28 anos, se perdeu também quando retornava do Pico Paraná. Ele ficou seis dias perdido na Serra do Mar, após sofrer uma queda, e seguiu pela mesma trilha que Roberto percorreu agora, relata Cechinel.
“Poucas pessoas fizeram essa travessia”
“Essa é a trilha que desce pro Rio Cacatu. Não é uma trilha aberta, consolidada, nem nada. O que mais acontece é das pessoas errarem e o caminho, descerem e depois voltarem. Foi o que houve, inclusive, no último resgate [do Maicon], que acabou caindo por um outro lugar, mas seguiu pela mesma trilha. Então aqui foi mais um erro de descer pelo caminho errado e ele [Roberto] seguiu em diante até chegar onde ele estava, em Antonina. É uma trilha bem fechada. Poucas pessoas, bem poucas, fizeram essa travessia com intenção de chegar lá do outro lado, em Antonina”, explica o membro do Cosmo.
Ed Padilha reforça ainda essa percepção. De acordo com ele, após a descida do paredão Roberto provavelmente pegou o caminho à esquerda após chegar ao vale, descendo até Antonina. Na verdade, ele deveria ter pego o caminho à direita e continuado não a descer, mas sim a subir do paredão de grampos até o A1. “Ali tem um caminho que parece uma trilha. Ele deve ter se confundido e continuou descendo, ao invés de continuar pela trilha”.
Fuente de esta noticia: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/lugar-onde-roberto-se-perdeu-e-caminho-de-perdidos-no-pico-parana-saiba-mais-sobre-o-local/
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