
O governo do canibal Donald Trump confirmou, em 27 de outubro, que emitirá vistos para o senador Flávio “Rachadinha” Bolsonaro (PL-RJ) e seus familiares e permitirá sua entrada no país Estados Unidos (EUA). O anúncio oficializa a disposição de Washington de acolher o candidato derrotado, que deixou o Brasil apesar da proibição determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
“O Departamento de Estado emitirá vistos para Flávio Bolsonaro e sua família e permitirá a entrada deles nos Estados Unidos”, declarou um alto funcionário do órgão ao monopólio de imprensa CNN Brasil. Segundo apuração da colunista Mariana Sanches, do UOL, o senador desembarcou em território ianque na tarde de 27 de outubro, acompanhado da esposa, Fernanda, e das duas filhas.
Naquela manhã, às 11h, vencera o prazo para entregar os passaportes à Polícia Federal (PF), que cancelou os documentos comum e diplomático. A ordem de Alexandre de Moraes integra a investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz. Ambos negam irregularidades.
A Folha de S.Paulo acrescentou novos relatos sobre a organização da fuga: um interlocutor ligado ao governo Trump e uma pessoa próxima de Flávio que acompanhou a movimentação atribuíram participação ativa ao secretário de Estado ianque, Marco Rubio. O empresário Paulo Generoso, ligado à família Bolsonaro, agradeceu publicamente a Rubio pela ajuda ao senador e encerrou sua mensagem com uma provocação a Moraes: “Chupa Xandão”.
A atuação da administração Trump também provocou cobranças no Congresso do próprio EUA. O deputado democrata Joaquin Castro exigiu explicações sobre a ajuda para retirar Flávio do Brasil em descumprimento das leis brasileiras.
Proteção para continuar a ofensiva
O acolhimento acompanha os preparativos de aliados para manter a atuação de Flávio contra o Brasil a partir do território ianque. Um interlocutor da família próximo ao governo Trump afirmou à Folha que o senador formaria um “governo no exílio” e buscaria reconhecimento estrangeiro. O bolsonarista Allan dos Santos também defendeu publicamente essa iniciativa, negando a vitória de Luiz Inácio (PT).
A proteção estrangeira soma-se à força conquistada pela extrema direita nas eleições. Apesar da derrota presidencial, o resultado fortaleceu esse campo e consolidou a hegemonia do clã Bolsonaro sobre a direita. O PL elegeu 121 deputados federais e deverá iniciar a próxima legislatura com 28 senadores. O abrigo ianque oferece ao herdeiro do clã uma base no exterior para continuar a ofensiva, apoiado nessa presença ampliada no velho Estado brasileiro.

ACERCA DEL CORRESPONSAL
REDACCIóN CENTRAL
Prensa Mercosur es un diario online de iniciativa privada que fue fundado en 2001, donde nuestro principal objetivos es trabajar y apoyar a órganos públicos y privados.
- ★Brasil — Mega-Sena acumula novamente, e prêmio vai a R$ 320 milhões
- ★Fachin arquiva três ações ligadas ao inquérito das fake news
- ★Flávio deixar o país é compreensível, diz Sergio Moro
- ★AtlasIntel atribui divergência em pesquisas à ‘abstenção atípica’ de eleitor de Lula no 1º turno
- ★Trabajadores de VW cuestionan acuerdo salarial que la empresa presenta como favorable

