As Nações Unidas atualizaram o Plano de Ação, lançado em novembro, para lidar com o impacto humanitário da crise de combustíveis em Cuba, bem como as consequências do Furacão Melissa.
Desde janeiro, o país caribenho teve uma redução severa na capacidade de importação do material. O efeito cascata foi observado na falta de serviços essenciais como saúde, educação, saneamento e disponibilidade de comida e água.
Operações humanitárias limitadas
O Escritório da ONU de Assistência Humanitária, Ocha, aponta restrições nas suas operações que requerem agora US$ 94 milhões para apoiar a 2 milhões de pessoas, ou um quinto dos habitantes da ilha. Pelo menos US$ 26 milhões já foram recebidos e o déficit é de US$ 68 milhões.
Com o plano de auxílio atualizado pretende-se chegar a quase metade das províncias e priorizar atividades a serem implementadas com base nas atuais restrições operacionais.

O foco estará na manutenção dos serviços essenciais e na garantia da continuação das cadeias de suprimentos vitais, incluindo oferta de serviços de saúde, água e saneamento, segurança alimentar, educação, habitação e proteção.
Outra meta do plano é apoiar setores essenciais com soluções energéticas alternativas, mantendo funcionais os serviços essenciais.
Maior prioridade operacional
Mas o acesso ao combustível continua sendo a maior prioridade operacional e uma condição para que este seja executado.
Em nota separada, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, OMS, Tedros Ghebreyesus, afirmou que a saúde deve ser protegida a todo custo e “nunca ficar à mercê da geopolítica, de bloqueios energéticos e de cortes de energia”.

A agência reitera seu apoio aos esforços nacionais para alcançar os mais afetados aumentando os recursos financeiros.
De acordo com a OMS, a situação cubana é profundamente preocupante, à medida em que o país tenta manter a prestação de serviços de saúde num “momento de imensa turbulência”, que ao faltar energia causa impactos na saúde.
Emergências e terapia intensiva
De acordo com relatos, os hospitais cubanos têm enfrentado dificuldades para manter os serviços de emergência e de terapia intensiva.
No último mês, diversas cirurgias foram adiadas e pacientes em busca de cuidados colocados em risco por faltar eletricidade para operar equipamentos médicos e manter a cadeia de frio para armazenar vacinas operacional. Entre os mais afetados estavam pacientes com câncer até gestantes em preparação para o parto.
A OMS elogiou os esforços de Cuba para restabelecer o fornecimento de energia, a saúde e os serviços que assistem a população. Mas realçou que “não se pode ficar à mercê da instabilidade energética e da geopolítica.”
Num momento em que hospitais, clínicas e ambulâncias são mais necessários agora, mais do que nunca, a OMS pediu apoio para permitir que estes recursos executem seu trabalho de salvar vidas.
ONU News
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